A felicidade é uma sensação estranha, não tem como explicar. Dependendo do motivo, sinto uma vontade louca de gritar, pulo, choro, ou me encerro no silêncio.
Me orgulho de tudo e todos, quero ajudar quem quer que seja. Ao mesmo tempo, um arco-íris se mistura com o pôr-do-sol, numa combinação acolhedora, fazendo eu me sentir sempre em casa.
Fechando os olhos, posso pensar nessa felicidade, mais ninguém conseguirá desenhá-la, descrevê-la. Nem mesmo eu consigo saber se estou feliz ou se simplesmente é algo passageiro.
Mas nesse momento, o que importa é viver. O tempo voa, e sem querer, me jogo mais e mais nisso que eu chamo de mundo. Querendo ou não, ele existe, a única diferença é que cada um o vê do seu jeito.
O meu é de ponta cabeça, cores invertidas, e com uma língua que pessoa nenhuma entenderia. Pássaros nos levam para dar um passeio, sentir a brisa do mar, que é dourado. As estrelas, à noite, compartilham seu brilho com o céu escuro, e nos contam histórias incríveis. Durmo numa nuvem muito branca, macia como algodão, num lugar onde o barulho do nada é o que se ouve.
É, eu pirei.
domingo, 7 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
> hoje me perdi comigo mesma.
A cada dia, crio uma nova e diferente filosofia pra viver. Me pergunto se devo mergulhar de vez, fugir às regras, ou simplesmente ser igual à todos. Tenho sim uma maneira de encarar a vida, tenho meus valores. Mas será que tudo isso realmente importa?
Impressionante como tantos pensamentos misturados, ocupam minha consciência por alguns minutos.
Não sentia o sol que insistia em brilhar em meio ao vento, não escutava a música que tocava no momento, mas ela estava lá, no cérebro, interrompendo e ao mesmo tempo motivando minha reflexão sem sentido algum.
Tinha uma incrível preguiça de falar, queria mesmo ficar num cantinho, pensando, até que sentisse vontade de retornar ao real.
Impressionante como tantos pensamentos misturados, ocupam minha consciência por alguns minutos.
Não sentia o sol que insistia em brilhar em meio ao vento, não escutava a música que tocava no momento, mas ela estava lá, no cérebro, interrompendo e ao mesmo tempo motivando minha reflexão sem sentido algum.
Tinha uma incrível preguiça de falar, queria mesmo ficar num cantinho, pensando, até que sentisse vontade de retornar ao real.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
> herói eterno.
Saudade da época em que tudo se resumia em um sorriso, um olhar, um carinho. Na mente inocente, os momentos não acabariam nunca, você viveria eternamente, como brincávamos no quintal durante a tarde toda.
O carrinho de madeira continuaria a correr, as crianças a rir, as bonecas continuariam a tomar um chá, na calmaria de um domingo. Mas a vida não é simples e passiva como este domingo. É veloz, não nos deixa parar pra pensar e refletir sobre o que fizemos ou deixamos de fazer.
E assim, somente algum tempo depois, a realidade dá as caras, do jeito mais triste e profundo, mostrando que absolutamente nada é para sempre.
As crianças crescem, os carrinhos quebram, as bonecas são esquecidas no fundo de um armário. E num dia estranho, as lembranças resolvem surgir, e essas, podemos tocar, relembrar os detalhes como se tivessem acontecido ontem.
Sua lembrança não morrerá nunca, mas é difícil sentir que a cada dia, estou mais longe de você.
Te amo, vô.
O carrinho de madeira continuaria a correr, as crianças a rir, as bonecas continuariam a tomar um chá, na calmaria de um domingo. Mas a vida não é simples e passiva como este domingo. É veloz, não nos deixa parar pra pensar e refletir sobre o que fizemos ou deixamos de fazer.
E assim, somente algum tempo depois, a realidade dá as caras, do jeito mais triste e profundo, mostrando que absolutamente nada é para sempre.
As crianças crescem, os carrinhos quebram, as bonecas são esquecidas no fundo de um armário. E num dia estranho, as lembranças resolvem surgir, e essas, podemos tocar, relembrar os detalhes como se tivessem acontecido ontem.
Sua lembrança não morrerá nunca, mas é difícil sentir que a cada dia, estou mais longe de você.
Te amo, vô.
> minha cabeça.
Naquele momento, queria que o mundo fosse simples de entender, que as pessoas fossem todas boas. Milhões de ideias malucas, pensamentos sem sentido passavam pela sua cabeça, mas nada conseguia tirá-la daquela constante dúvida, sobre o que seria sua vida.
Acabou descobrindo que nada é simples como andar de bicicleta, mas que até para isso, é preciso cair e levantar inúmeras vezes, até que se pegue o jeito da coisa. Olhava para o céu. Nuvens dançavam com o vento, e levavam junto seus pensamentos tristes. Deixavam apenas uma sensação amena, leve, que a fez ver a vida de um jeito diferente.
Acabou descobrindo que nada é simples como andar de bicicleta, mas que até para isso, é preciso cair e levantar inúmeras vezes, até que se pegue o jeito da coisa. Olhava para o céu. Nuvens dançavam com o vento, e levavam junto seus pensamentos tristes. Deixavam apenas uma sensação amena, leve, que a fez ver a vida de um jeito diferente.
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